Ele
com os dedos levantados acima do teclado ficou à espera. Ficou a espera até que
os dois celulares tocaram o alerta para que fosse tomar o remédio. Tirou os
óculos colocando-os sobre a mesa ao lado do notebook e se levantou. Atravessou
a sala e na cozinha em cima do armário pegou a caixa dos remédios. Por sinal
dois remédios que tinha de tomar todos os dias. Ao abrir a caixa pensou o que
sempre pensava nesses momentos. Os médicos devem ter alguma participação na
venda de remédios, pois ele se sente bem, não sente nada e tem que tomar esses
comprimidos. Bom vamos tomar, é prevenção seu Osvaldo eles dizem. Que assim
seja, amém. Retirou os dois comprimidos da cartela, colocou um pouco de água no
copo e empurrou os comprimidos goela abaixo. Pegou uma torrada do pacote aberto
em cima da mesa e voltou para a sala e sentando-se novamente em frente ao
notebook para escrever essas mal traçadas linhas ou palavras por não ter outras
e se certificou que é uma merda ser cronista ter todos os dias assuntos para
escrever sua crônica...
É
isso... ou, não é?
Nenhum comentário:
Postar um comentário