Se
inquieto estava não deixava transparecer. Seus movimentos lentos, pequenos,
sutis imprimia aos gestos mínimas ações que ninguém notava. Sempre desejou e
trabalhou para em qualquer lugar que fosse passar desapercebido, não ser
notado. E em toda as etapas da vida o êxito foi completo. Se jubilava com as
performances fosse onde fosse. Sugava o controle das emoções o máximo possível
criando o contido, a não alegria. Não era de futilidade, tinha pavor do
medíocre. E dessa maneira procurava viver intensamente, pois se fosse de outro
jeito não seria viver. Por isso anotava os acontecimentos, tantos os banais
como os extraordinários num delírio de desejos e prazeres.
É
isso... ou, não é?
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