quarta-feira, 30 de junho de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 8.696(2021)

 

            Entediado por sobre os óculos via a movimentação na estação Penha do metrô. Poucas pessoas, talvez por ser feriado, talvez por causa da pandemia, mesmo assim o vai e vem era significativo. Tinha intenção em escrever num derramamento de palavras sem pensar muito tempo nelas. Como fossem surgindo na sua mente pulassem para o caderno numa informidade estética e imprescindível. As vezes achava ter conseguido outras não, o importante é tentar sempre, todos os dias se possível. Eram onze horas e três minutos quando desceu no Tatuapé, onde a movimentação era maior devido ao complexo de shopping. Caminhou mais lento possível e desceu a escada rolante. Como todos os dias, esperou o segundo ônibus, tendo o trajeto curto não via necessidade de pressa, aliás coisa que nunca teve.

            É isso... ou, não é?

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Vazia.

                                            Vazia. A minha mente está vazia.Vazia.Vazia.Tanta coisa as quais posso escrever e nada me vem à ...