Embriago-me
no doce sabor alcoólico da tua pele morena e viajo ao destino de me sentir teu
e ao mesmo tempo perdido no breu dos pensamentos. Carrego a lucides do tempo
que possibilitara de encontrar-me onde desejaria estar. Desejo anatômico pueril
que se desvanece ao amanhecer. Ouço canções que me transporta e a realidade se
torna forte e verdadeira ao findar da música. Mesmo assim sei que nada foi em
vão e em vão nada será no futuro, mesmo que nunca mais nos vejamos.
É
isso... ou, não é?
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