segunda-feira, 7 de junho de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 8.685(2021)

            

            Domingo, seis horas e cinquenta minutos, deveria estar debaixo das cobertas enrolado no cobertor sonhando sonhos futuros e não futuros, sonhos realizáveis e não realizáveis e não aqui na frente dessa tela.

            Segunda-feira, vinte e duas horas e cinquenta e cinco minutos, procurando fazer alguma coisa para matar a insônia, escrever, ler, ver um filme pornô, desenhar, tomar uma caipirinha, fazer o que? escrever o que?  me vem à mente uma porrada de frases, algumas cabeludas. Ler o que? tenho vários livros, mas nenhum me chama a atenção, mas tenho que ler. O Word grifou duas palavras e vou reescrevê-las e ele vai grifá-las novamente: uma porrada. Na primeira propõe no lugar de uma porrada escrever “grande quantidade” o que perderia a força da sentença; na segunda vez o Word grifou apenas porrada que ele propõe escrever “pancada”, mas deixarei como está. Bom voltando ao que fazer o próximo item é: ver um filme pornô, coisa que não me atrai, viu um viu todos. Desenhar é o seguinte, não vou desenhar porque até o momento estava desenhando, até é provável que volte a desenhar, e por último, tomar uma caipirinha, é o que vou fazer, mas não uma simples, fazer uma dupla ou tripla assim mato dois coelhos com uma cajadada só: mato a insônia e durmo e mato o frio que está de matar.

            É isso... ou, não é

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