Percorro
detalhes que foram cogitados na ausência do corpo, e assim, os passos dados
serão amórficos de tanto trilhar caminhos sujos sem perspectivas de se sair
dele e não proliferar ideias mesquinhas cuja planta foram plantadas em algures
que não seja o próprio quintal pela aparência de querer o incrível na ousadia
de se transformar radicalmente se tatuando formas figuras nos braços da vida
sem se importar que com isso seja a ousadia compreendida na Matrix sendo
incompreendido além do normal surfando em ondas de prazeres cuja agonia se
destaca no brilho dos olhos envoltos pelos cabelos soltos ao vento salgado da
manhã desta sexta feira mais uma que enfrento calmo e decidido na malemolência
de me sentir no aqui e agora e sempre amém.
É
isso... ou, não é?
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