O
silencio toma conta do ambiente frio da sala sem que... Sem que... O que?
Empunhando a caneta, a mão para a pouca distância da folha do caderno. Não sei
o que escrever. Queria saber... A caneta começa a falhar novamente e novamente
esfrega a caneta no tampo de vidro da mesa e ela volta a soltar a tinta, isto
é, a escrever. Isso acontece várias vezes. O que nada o fará parar de
escrever... Precisa dormir. Sem sono, diz a si mesmo. Amanhã tem algo
importante a fazer. Já deveria ter feito, mas covarde como era, teve a audácia
de pedir a opinião a terceiros que o fez adiar o que deveria ter feito. Mas
amanhã o fará sem falta. Está marcado e combinado. Vou dormir, pensa fechando o
caderno.
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