segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 8.719(2021)

           

            Volto com questionamentos antigos, agora sobre um ponto de vista mais abrangente ou, talvez mais contundente: o que faço com as ideias/imagens que surgem em minha mente, forte, agressiva, até espetaculares e, quando vou transformá-las em palavras se enfraquecem, ficam fúteis. Será que os gênios passam por esse processo problema? Creio que não, tarimbados já resolveram essa questão. Gostaria de saber como. A poucos instantes, lendo John Steinbeck uma biografia, de Jay Parini, tive uma estupenda ideia que chegou a atrapalhar a leitura interrompendo-a, no entanto, ao fechar o livro marcando a página onde parei, a ideia se evaporou como fumaça que fumante lança ao ar. Lógico, fiquei puto, mesmo assim, me obriguei a escrever e me saiu esse texto frouxo. Não é o texto que gostaria ter escrito, evidentemente, mas posso dizer que seja um texto exercício. Tenho, não vou dizer projetos, e sim, ideias que poderei desenvolver em contos. Caralho três ideias que não lembro no momento... ah! lembrei. Uma é mais ou menos assim: o personagem principal está numa festa na casa da amiga e ele percebe que não deveria estar, pois a amiga três vezes pergunta a ele se não quer ir embora; a segunda o personagem principal, depois de muitos anos, resolve visitar o namorado sem o avisar e durante o trajeto rememora os momentos em que passaram juntos e o do porquê se separaram e se vale a pena essa visita surpresa; e a última... bem... merda, não recordo a terceira... uma hora e cinco minutos da madrugada, apesar de não estar com sono, vou me obrigar a dormir, senão já viu, né.

            É isso... ou, não é?

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