domingo, 29 de agosto de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 8.722(2021)

                     

            As palavras surgem em forma de imagem forte e consistente que os dedos congelados e por isso dormentes, procuram digitar ao teclar as pretas teclas do notebook levando-o a imaginar que é escritor e num apaga e escreve as palavras ora confirmam a consistência da imagem ora deixam a desejar a ponto de estagnar a escrita por um tempo indeterminado e num confronto de ideias e fatos a mente entra num cataclismo provando-o que para ser escritor tem muito o que aprender, no entanto ficar nesse muito que aprender e não aprende não o levará adiante, vai sempre ser um medíocre escrevinhador que ninguém se interessará pelo o que escreve, entende... merda...

            É isso... ou, não é?

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