As
palavras surgem em forma de imagem forte e consistente que os dedos congelados
e por isso dormentes, procuram digitar ao teclar as pretas teclas do notebook
levando-o a imaginar que é escritor e num apaga e escreve as palavras ora
confirmam a consistência da imagem ora deixam a desejar a ponto de estagnar a
escrita por um tempo indeterminado e num confronto de ideias e fatos a mente
entra num cataclismo provando-o que para ser escritor tem muito o que aprender,
no entanto ficar nesse muito que aprender e não aprende não o levará adiante,
vai sempre ser um medíocre escrevinhador que ninguém se interessará pelo o que
escreve, entende... merda...
É
isso... ou, não é?
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