Dezessete
horas e vinte minutos. Sei que preciso dizer algo, mas não sei o que, talvez
até saiba, no entanto algo me prende na garganta o sufoco das palavras não
ditas e as lágrimas da fala escorrega pelos meus dedos e ditam estes caracteres
na ansiedade de se concretizarem no aberto das paixões em ter o que não se pode
conseguir e assim surge o inconcebível dos sentimentos tresloucados pelos sons
da música de Philip Glass e se silencia a mente em pensamentos que voam longe
daqui e se fecham no peito como flecha ao atingir o alvo...
É
isso... ou, não é?
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