Sonolentos os olhos lacrimejam tédio
Escorrendo pela face à vida macerada
Entre escombros gritos e surdos silêncio
Ulcerando o estômago de raiva e néscio
Ouço palavras vazias invadirem o cérebro
Ouço lamurias retorcida em aço e ferro
Propagando sons indistintos nada proféticos
A vociferar doces e infindáveis impropérios
A nicotina entre os dedos amarelos fustigados
Guarda rancores pelos pulmões escarrados
Profetizando dores em muros de lamentações
Entre picos e vales e angústias e aflições
O que nos resta é apenas duras frustrações
Se não temos nada, nada é pra ser lembrado
Pastorelli /Jean de Queiroz
quinta-feira, 21 de abril de 2022
Nada a lembrar
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Vazia.
Vazia. A minha mente está vazia.Vazia.Vazia.Tanta coisa as quais posso escrever e nada me vem à ...
-
Bloquinho Amarelo Creio já ter escrito o suficiente. E ainda tenho...
-
chtgpt Criar o gesto, acompanhado da fala — oral ou escrita — é pulsar vibrações ao redor, orientando ou manipulando quem está por perto. A...
-
na sua infinita pequena grandeza a borboleta abre as asas e beija a natureza espalha o pólen da beleza fecundando o ci...
Nenhum comentário:
Postar um comentário