da memória ao estilhaçar dos pingos no vidro, refletindo na janela os olhos no mais fundo de tudo que já floresceu.
Ouço
nas árvores o toque do vento ao apagar das lembranças em cada fruto que no chão
apodreceu.
Ouço
os olhos que dormem no estalar das madeiras queimando a espera de você que não
vem jamais.
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