Muitos dizem: “Vamos que vamos”; “É isso aí”; “Vamos em frente que atrás vem gente”; “Quem cedo madruga Deus ajuda”; “De grão em grão a galinha enche o papo”, e outros salamaleques de ditados que não me diz nada, apenas pretende afirmar axioma idiota e inútil.
Dou um pontapé na bunda da angústia como da depressão, não deixo que nenhum sentimento negativo me leve a recorrer de ditados inúteis que só enferruja a engrenagem do saber.
Não tenho manto protetor contra pulsações negativas que me bombardeiam a todo o momento, não tenho, também como outro qualquer tenho meus dias de angústia e depressão, claro que os tenho, sou humano, não sou maquina – engraçado sem perceber escrevi machine – feito de chips, bits, byts, parafusos e metais, apesar de que já me colocaram uma porca e um parafuso no joelho direito.
E neste diário imbecil, deixo registrados dois textos que tive a audácia em escrever. Alinhais, não sei se devo dizer contos, creio que sejam. Um foi à erótica e pornográfica Dama do Metrô e, o outro, como classificou um leitor: “uma leitura enjoativa e desinteressante” – não estou te criticando leitor, apenas evidenciando a repercussão do texto – A Cadeira de Espaldar Alto.
Afirmo que nesses dois contos, vamos assim chamar, tive prazer em escrevê-los, pois surgiam na minha mente espontaneamente, não era algo calculado, estudado, não fiz projeto nenhum para escrevê-los. Foi surgindo livres e soltos toda vez que ligava o micro, por isso que disse: “sou um escritor espontâneo”, foi o que eu disse, foi: “sou um escritor repentista”, e não sou?
Não sei como os competentes escritores conseguem escrever, talvez criem um projeto dando perfeição a cada personagem, para depois jogar na história por ele criada. Não sei.
Bem, o leitor perspicaz deve ter notado que esse escritor medíocre por falta de assunto ou, vamos dar um ponto positivo para ele dizendo: por falta de inspiração é que nasceu esse diário imbecil.
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