sexta-feira, 22 de março de 2024

Diário imbecil 24/09/07

 

Bem, como desde sexta-feira que não escrevo o diário imbecil, chegando aqui (precisei) fui olhar no diário imbecil anteriro onde eu tinha terminado, melhor dizendo, como tinha terminado. Mas antes precisei – de novo “precisei”, não gosto de repetir palavras, acho que repetição de palavras é falta de talento, de conhecimento da língua, portanto qual a palavra que colocarei num desses “precisei”? – ah! Já sei como farei – no primeiro precisei colocarei “fui olhar” - bom acho que ficou melhor -, então voltando ao assunto, precisei acessar o webmail da UOL para verificar quantos e-mails eu tinha. Tudo porque, desde sexta-feira que estou sem computador em casa e, para meu espanto, tinha seiscentos e-mails! Sendo assim, fiquei a manhã toda, claro que trabalhando e lendo e apagando, e guardando o que achava necessário guardar ou apagar. Portanto, desde ás oitos hora e qualquer coisa, pois cheguei um pouco atrasado, sem me levantar, fui limpando minha caixa postal.

Por causa desse imprevisto, não pude começar esse diário imbecil logo de manhã, fazendo-o agora, na hora do almoço e, creio que avançarei um pouco o horário do expediente, mas lembre de uma coisa, não pararei de trabalhar, isto é, trabalhando e escrevendo, certo?

Após essa pequena explicação que, talvez não fosse necessário, dou inicio a esse diário imbecil.

Como dizia no último, nesse falarei sobre merda. É isso mesmo, merda. Agora já pensou se o e-mail tivesse cheiro? Exalasse o perfume conforme o assunto? Já pensaram? Não! Então pense, pois enquanto estarei discorrendo sobre o assunto merda, o cheiro estará sendo transmitindo pelo e-mail. Ahahahahahah! Risos.

Por acaso, creio que a maioria conhece o Centro Cultural São Paulo? Não conhecem se não conhecem já ouviram falar. É um lugar nota dez, muito bom, onde você pode ficar a vontade, lendo, escrevendo, estudando, batendo papo, paquerando, consultando vídeos, livros, fazendo trabalho escolar, além de cursos grátis, dos mais variados, e peças teatrais por um preço acessíveis, e bons, recomendo, é um espaço digno de ser sempre visitado.

Pois bem, eu pergunto:

“Por que todo banheiro público é uma merda de sujeira, mau cheiro, que às vezes ao entrar, você tem ânsia de vomito do que propriamente em fazer suas necessidades, seja a primeira como a segunda, isto é, urinar e defecar”. – eita palavra feia, defecar -? Por quê?

Não é uma merda? O Centro Cultural São Paulo deveria dar um trato melhor em seus banheiros, sei que o povo não está nem aí com aquilo que não é deles, mas poderia, não sei, dar um curso de como cagar e mijar em banheiro público, não acham? Colocar na merda da cabeça desse pessoal que ali não é lugar de fazer o que eles fazem em casa.

Outro dia em que precisei ir ao tribunal, ao entrar no banheiro, meu estomago se revirou nas entranhas quase saindo tudo o que não tinha comido, isto é, nada, talvez ele próprio é que sairia ao presenciar o que meus olhos transmitiam a ele. Era uma porcaria só, sem tamanho, tinha merda para tudo quanto era lugar, na bacia branca amarelada, na tampa tanto em cima como embaixo, no cano que desce da descarga até o meio, mas era uma merda consistente, não era aquele tipo de merda rala não, era pelota e pelota de merda, só de pensar meu estomago se revira.

Aí eu pensei. O cara que tinha feito aquilo merecia lamber tudo até deixar brilhando. Será que não pensou em quem limparia tudo aquilo? Não sei a meu ver o povão merece o que tem. Não sei se em outros países os banheiros públicos são como aqui, penso que não, não conheço os outros além os da minha cidade. É uma pena, como eu digo:

“O que se precisa é conscientizar o povão do que é errado e do que é o certo”. Mas cadê o sujeito carismático para conduzir o povo, para orientar, se cada um procura roubar um pouco, pensa em si próprio.

Bem, é isso, não sei se haverá o próximo diário imbecil...

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