Bem, como desde sexta-feira que
não escrevo o diário imbecil, chegando aqui (precisei) fui olhar no diário
imbecil anteriro onde eu tinha terminado, melhor dizendo, como tinha terminado.
Mas antes precisei – de novo “precisei”, não gosto de repetir palavras, acho
que repetição de palavras é falta de talento, de conhecimento da língua,
portanto qual a palavra que colocarei num desses “precisei”? – ah! Já sei como
farei – no primeiro precisei colocarei “fui olhar” - bom acho que ficou melhor
-, então voltando ao assunto, precisei acessar o webmail da UOL para verificar
quantos e-mails eu tinha. Tudo porque, desde sexta-feira que estou sem
computador em casa e, para meu espanto, tinha seiscentos e-mails! Sendo assim,
fiquei a manhã toda, claro que trabalhando e lendo e apagando, e guardando o
que achava necessário guardar ou apagar. Portanto, desde ás oitos hora e
qualquer coisa, pois cheguei um pouco atrasado, sem me levantar, fui limpando
minha caixa postal.
Por causa desse imprevisto, não
pude começar esse diário imbecil logo de manhã, fazendo-o agora, na hora do
almoço e, creio que avançarei um pouco o horário do expediente, mas lembre de
uma coisa, não pararei de trabalhar, isto é, trabalhando e escrevendo, certo?
Após essa pequena explicação que,
talvez não fosse necessário, dou inicio a esse diário imbecil.
Como dizia no último, nesse
falarei sobre merda. É isso mesmo, merda. Agora já pensou se o e-mail tivesse
cheiro? Exalasse o perfume conforme o assunto? Já pensaram? Não! Então pense,
pois enquanto estarei discorrendo sobre o assunto merda, o cheiro estará sendo
transmitindo pelo e-mail. Ahahahahahah! Risos.
Por acaso, creio que a maioria
conhece o Centro Cultural São Paulo? Não conhecem se não conhecem já ouviram
falar. É um lugar nota dez, muito bom, onde você pode ficar a vontade, lendo,
escrevendo, estudando, batendo papo, paquerando, consultando vídeos, livros,
fazendo trabalho escolar, além de cursos grátis, dos mais variados, e peças
teatrais por um preço acessíveis, e bons, recomendo, é um espaço digno de ser
sempre visitado.
Pois bem, eu pergunto:
“Por que todo banheiro público é
uma merda de sujeira, mau cheiro, que às vezes ao entrar, você tem ânsia de
vomito do que propriamente em fazer suas necessidades, seja a primeira como a
segunda, isto é, urinar e defecar”. – eita palavra feia, defecar -? Por quê?
Não é uma merda? O Centro
Cultural São Paulo deveria dar um trato melhor em seus banheiros, sei que o
povo não está nem aí com aquilo que não é deles, mas poderia, não sei, dar um
curso de como cagar e mijar em banheiro público, não acham? Colocar na merda da
cabeça desse pessoal que ali não é lugar de fazer o que eles fazem em casa.
Outro dia em que precisei ir ao
tribunal, ao entrar no banheiro, meu estomago se revirou nas entranhas quase
saindo tudo o que não tinha comido, isto é, nada, talvez ele próprio é que
sairia ao presenciar o que meus olhos transmitiam a ele. Era uma porcaria só,
sem tamanho, tinha merda para tudo quanto era lugar, na bacia branca amarelada,
na tampa tanto em cima como embaixo, no cano que desce da descarga até o meio,
mas era uma merda consistente, não era aquele tipo de merda rala não, era
pelota e pelota de merda, só de pensar meu estomago se revira.
Aí eu pensei. O cara que tinha
feito aquilo merecia lamber tudo até deixar brilhando. Será que não pensou em
quem limparia tudo aquilo? Não sei a meu ver o povão merece o que tem. Não sei
se em outros países os banheiros públicos são como aqui, penso que não, não
conheço os outros além os da minha cidade. É uma pena, como eu digo:
“O que se precisa é conscientizar
o povão do que é errado e do que é o certo”. Mas cadê o sujeito carismático
para conduzir o povo, para orientar, se cada um procura roubar um pouco, pensa
em si próprio.
Bem, é isso, não sei se haverá o
próximo diário imbecil...
Nenhum comentário:
Postar um comentário