A saudade, como o dedilhar de um piano, soa como
acordes melódicos numa fantasia romântica divinizando o que foi o que era e,
que dificilmente voltará, mas o saudoso estará sempre dedilhando o piano,
ouvindo do passado os acordes que o faz sofrer.
Para ele pouco
importa Amy Lee demitir guitarrista e baterista, o que importa é ouvir o som do
Evanescence numa seqüência quase que infinita de lembranças guardadas nas
moléculas de cada indivíduo.
Carregará por
toda a vida os momentos que o fizera ser mais integro aos sentidos do corpo
onde há de ficar para sempre os atos de sua vida.
Atos
desgarrados de premeditação e de preconceitos e nenhuma vitória.
Fecham-se
assim as cortinas do espetáculo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário