domingo, 26 de maio de 2024

A saudade, como o dedilhar de um piano

  

A saudade, como o dedilhar de um piano, soa como acordes melódicos numa fantasia romântica divinizando o que foi o que era e, que dificilmente voltará, mas o saudoso estará sempre dedilhando o piano, ouvindo do passado os acordes que o faz sofrer.


Para ele pouco importa Amy Lee demitir guitarrista e baterista, o que importa é ouvir o som do Evanescence numa seqüência quase que infinita de lembranças guardadas nas moléculas de cada indivíduo.


Carregará por toda a vida os momentos que o fizera ser mais integro aos sentidos do corpo onde há de ficar para sempre os atos de sua vida.


Atos desgarrados de premeditação e de preconceitos e nenhuma vitória.

Fecham-se assim as cortinas do espetáculo.

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