Como que é a vida ou, deverei
dizer como somos nós, ou ainda, como sou eu, mas isso não importa de como
deverá ser isso ou aquilo ou aquilo outro.
O caso é o seguinte: desde
criança que uma das minhas paixões sempre e sempre será a música, claro que em
primeiro lugar vem a vida, minha filha e, depois sim, a música.
Não tenho lembrança de quando
comecei a prestar atenção, de quando comecei a gostar propriamente de música.
Sei que desde que me conheço por
gente, minha mãe estava o dia inteiro com o rádio ligado, ouvindo aqueles
programas de auditório ou novelas.
À noite meu pai com o ouvido
colado no rádio recebendo calorosamente os abraços do Moraes Sarnento ou
Sarmento, não lembro o nome do apresentador do programa.
Lembro que aos sábados ouvia a
Mayrink Veiga com seus programas de dubladores onde desfilavam rocks, sambas,
música brasileira – a MPB, essa sigla chegou muito tempo depois.
Do rádio passei para os programas
da televisão, onde os dois que mais se destacavam eram a Jovem Guarda e o Fino
da Bossa, esse então não perdia um, pois com o Fino fui conhecendo compositores
que nunca tinha ouvido falar.
Quando comecei a trabalhar e que
consegui comprar discos, os bolachões, os vinis, os Lps, qual não foi a minha
alegria em ouvir a hora que quisesse a música preferida. Cheguei a ter quase
mil Lps, hoje se eu for contar tenho apenas uns quinhentos, pois por falta de
espaço fui me desfazendo dos que menos gostava.
Com advento do Cd fui procurando
substituir os vinis pelo Cd, - não vou
comparar as qualidades do cd com os vinis -, mas uma coisa que acho falta e que
o cd nunca vai suprir, eram as capas, as vezes passava horas e horas só
“folheando” os vinis por causa das capas.
Para encurtar o caso, tenho mais
de quinhentos Cds, e a causa desse meu escrever verborrágico é que descobri que
tenho dois The final cut, do Pink Floyd, coisa que nunca me aconteceu nos
tempos dos vinis.
Agora não me perguntem como isso
aconteceu, de comprar dois cds iguais,
pois veja no final a foto que tirei dos meus cds e aí compreenderam
porque do meu engano.
Abraços
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