Sei que talvez não sou o que sou sem você
Sei que sou máquina humana no
meio da névoa cortando a carne em pequenas fatias de sangue
Sei que sou caminhante a traçar
meu caminho que outros nunca verão
Sei que sou ninguém sem o teu
amor que crescia no seio do peito como perfume de rosa a florir o jardim da
nossa vida
Sei que sou a busca incessante de
conhecimento percorrendo as fibras da tua pele marcada pelo vento da
adversidade
Sei que sou talvez porque sou o
que somos o amor eterno de sermos um só, apenas um e nada mais
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