As letras roçam as formas delineando objetos numa consistência concreta e sólida.
As letras criam palavras dando aos objetos seus respectivos nomes que eternamente serão reconhecidos.
Os sons dessas palavras furam o dia sonoramente musical levando ao nirvana a essência humana que se preza as experiências da vida.
O dia, recebendo a sonoridade ampla e restrita, se enche de alegria e claridade, propondo assim que todos terão seu ato excepcional.
Alegria que bate nos edifícios ricocheteando sorrisos individuais em busca de afagos e carinhos nos copos solitários alcoólicos perdidos pelos bares da noite.
Num filme surrealista, passos desconhecidos, perambulam angustias nos celulóides das calçadas incertas sonhando com os holofotes da fama.
Para alguns a cortina se fecha antes do termino da cena, para outros, permanecerão eternamente no palco da vida...
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