sábado, 3 de agosto de 2024

Quinta feira.

  

Véspera de feriado. E daí? Um dia que apenas quebra levemente a rotina. Um dia que não se trabalha que não se tem a obrigatoriedade de colocar a coleira de prisioneiro da sobrevivência e, pensamos, vamos fazer o que gostamos de fazer. Isso para alguns. Para outros talvez seja um dia pior do que se estivesse trabalhando.

 

E para mim? Como será esse dia “livre”? Será um dia como outro qualquer, apenas que, hoje à noite não me preocuparei com a hora, dormirei bem tarde, e só acordarei, talvez lá pelas onze horas ou mais. Levantarei, comprarei o pão e frios para o café, sentarei em frente ao micro, mandarei e responderei alguns e-mails, e depois, se o animo me comandar, sentarei a mesa da cozinha e terminarei um desenho que faz tempo devia ter terminado. Vamos ver. Ah! Claro esqueci o mais importante, farei tudo isso ouvindo meus CDs prediletos. Pretendo...

 

E isso me deixará mais rico ou mais pobre? Isso me fará mais importante? Creio que no amadorismo da minha pele, a primeira vista, nada se alterará, mas na profundeza do labirinto, alguma coisa mudará. O que? Só saberei diante dos problemas, aos quais deverei estar preparado.

 

Porém, hoje, segunda-feira, dia 24/04, descubro que nunca estou devidamente preparado. Haverá sempre algo que me desequilibra, me balança e, que me custa retornar ao equilíbrio normal.

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