Véspera de feriado. E daí? Um dia que apenas quebra
levemente a rotina. Um dia que não se trabalha que não se tem a obrigatoriedade
de colocar a coleira de prisioneiro da sobrevivência e, pensamos, vamos fazer o
que gostamos de fazer. Isso para alguns. Para outros talvez seja um dia pior do
que se estivesse trabalhando.
E para mim? Como será esse dia “livre”? Será um dia
como outro qualquer, apenas que, hoje à noite não me preocuparei com a hora,
dormirei bem tarde, e só acordarei, talvez lá pelas onze horas ou mais.
Levantarei, comprarei o pão e frios para o café, sentarei em frente ao micro,
mandarei e responderei alguns e-mails, e depois, se o animo me comandar,
sentarei a mesa da cozinha e terminarei um desenho que faz tempo devia ter
terminado. Vamos ver. Ah! Claro esqueci o mais importante, farei tudo isso
ouvindo meus CDs prediletos. Pretendo...
E isso me deixará mais rico ou mais pobre? Isso me fará
mais importante? Creio que no amadorismo da minha pele, a primeira vista, nada
se alterará, mas na profundeza do labirinto, alguma coisa mudará. O que? Só
saberei diante dos problemas, aos quais deverei estar preparado.
Porém, hoje, segunda-feira, dia 24/04, descubro que
nunca estou devidamente preparado. Haverá sempre algo que me desequilibra, me
balança e, que me custa retornar ao equilíbrio normal.
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