Busco na realidade entender o que
abstratamente a vida joga em minha cara no surreal dos dias de sol onde,
prisioneiro respiro, os instantes e segundos até que a liberdade venha bater a
minha porta.
Corro o risco, é claro, de me
tornar desinteressante, mas isso aos olhos dos poucos que me conhecem ou que
desejam, de alguma maneira ou de outra, me conhecer.
E incessantemente, chuto baldes
de merdas, chuto pedras, desvio de socos, escarros palavras, e me mostro
vulnerável pronto a cair e pronto a me levantar e nunca a desistir.
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