alguma coisa, no caso nesse momento, escrever e, não saber o que escrever, me prende a ponto dos meus dedos teclarem ininterruptamente palavras no branco da tela do monitor por querer apenas escrever.
As manhãs sempre proporcionaram facilidade, mas
ultimamente, não sei se devido à mudança ou a outros fatores que, para muitos,
pode ser corriqueiro ou mesmo fútil, tem-me impossibilitado a escrever.
A música antiga que expele frases sonoras pelo som
ambiental não ajuda, pois o que achava que deveria ser feito ou, o que
inculcaram que deveria ser feito de uma maneira mais explicita, não foi feito.
No entanto, acredito e afirmo que não se pode e,
muito menos, não se deve acreditar em palavras sem conhecer a sua fonte, isto
é, a boca que as profere.
Sei que tudo o que ocorre é de uma normalidade meio
alarmante e que atuamos nesse espetáculo facínora e atraente por sermos atores
sem estudo suficiente, mas como muitos, procuro ir além do habitual e esbarro
em muros que me impede de avançar o que acho do meu dever.
Pergunto o porque isso me acontece, revolvo o
passado, olho o futuro que me aguarda, nada encontro, a não ser o mistério que
me “rende e mergulho no que devo conhecer sem me preocupar em entender esse
viver que ultrapassa qualquer entendimento” e assim vivo até que esse querer
fazer alguma coisa seja por algo preenchido.
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