domingo, 24 de novembro de 2024

É... o querer fazer

 alguma coisa, no caso nesse momento, escrever e, não saber o que escrever, me prende a ponto dos meus dedos teclarem ininterruptamente palavras no branco da tela do monitor por querer apenas escrever.

 

As manhãs sempre proporcionaram facilidade, mas ultimamente, não sei se devido à mudança ou a outros fatores que, para muitos, pode ser corriqueiro ou mesmo fútil, tem-me impossibilitado a escrever.

 

A música antiga que expele frases sonoras pelo som ambiental não ajuda, pois o que achava que deveria ser feito ou, o que inculcaram que deveria ser feito de uma maneira mais explicita, não foi feito.

 

No entanto, acredito e afirmo que não se pode e, muito menos, não se deve acreditar em palavras sem conhecer a sua fonte, isto é, a boca que as profere.

 

Sei que tudo o que ocorre é de uma normalidade meio alarmante e que atuamos nesse espetáculo facínora e atraente por sermos atores sem estudo suficiente, mas como muitos, procuro ir além do habitual e esbarro em muros que me impede de avançar o que acho do meu dever.

 

Pergunto o porque isso me acontece, revolvo o passado, olho o futuro que me aguarda, nada encontro, a não ser o mistério que me “rende e mergulho no que devo conhecer sem me preocupar em entender esse viver que ultrapassa qualquer entendimento” e assim vivo até que esse querer fazer alguma coisa seja por algo preenchido.

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