O sol bate em sons que se espalha
em vários bons dias enchendo o ambiente que até o momento silencioso estava até
que agradável.
A claridade natural não
ultrapassa os limites do vidro devido à opaca persiana desfigurando a paisagem
estrutural do prédio em construção.
Assim caminha essa pequena
humanidade prisioneira de suas esquisitices obrigadas aos seus afazeres
profissionais onde o corpo faz uma coisa e a mente voa a quilômetros de
distância em imaginação que só um conto de fadas ou um filme pode proporcionar.
Há gente boa assim como há os
paranóicos deficientes de si próprios escorregando em suas próprias falsas
alegrias irritantes.
Talvez esteja sendo muito radical
ou colocando no rol os conscientes humanamente verdadeiros que sabem a estrada
que caminham.
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