Correm vozes entrecortadas por humanos mecânicos despejando poluentes venenosos na carcaça metálica da cidade.
Olhos passeiam por enferrujadas calçadas em trôpegos passos de delinqüente
vivendo a mendicância amorosa.
Braços criam evoluções inexpressivas no emaranhado carinhoso de mãos
acariciando corpos preenchidos de ausência solidária.
Circulam expressões magnetizadas de frieza sanguinolenta ricocheteando no muro
impenetrável de calor carnal.
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