a geléia esparrama sua massa
gélida, disforme, na panacéia acrílica, e a manhã tropicália se anuncia, no
brilho do sol, estampado na bananeira, o verde escuro que se realça contra o
céu anil
a alegria se contorce esférica
nos ferros da anticomunicação, projetando assim, a tristeza melancólica no
sorrir fechado da criança que mendiga
na anarquia constelada passeiam
urubus sonoros mitigando a política nos carnavais que a tudo se assiste de
camarote a folia dos loucos governamentais
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