sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

a geléia esparrama

 

a geléia esparrama sua massa gélida, disforme, na panacéia acrílica, e a manhã tropicália se anuncia, no brilho do sol, estampado na bananeira, o verde escuro que se realça contra o céu anil

 

a alegria se contorce esférica nos ferros da anticomunicação, projetando assim, a tristeza melancólica no sorrir fechado da criança que mendiga

 

na anarquia constelada passeiam urubus sonoros mitigando a política nos carnavais que a tudo se assiste de camarote a folia dos loucos governamentais

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