estende-se para lá do além
quando o sol no horizonte
ao movimento eterno
do planeta terra se esconde
entre montanhas e mares
e monumentos e a noite silenciosa
aproxima-se fazendo com que nos
- delicados e podres e fúteis mortais -
nos recolhemos ao escondido
das sombras e nos braços
do maligno Morfeu adormecemos
adormecemos profundamente
ou deveríamos profundamente
adormecer se não houvesse
o desequilíbrio emocional
proporcionado pelas pressões
sociais e financeiras e morais
se não houvesse que pensar
no amanhã para garantir
a mesquinha sobrevivência
e assim o sol com seu brilho
amarelo meio avermelhado
põe-se entre a beleza
de S.Pedro Moel
sem se importar
com este poema raivoso
espraiando em beleza
genialmente captado
pela lente fotográfica
o qual eu agradecido
deixo aqui o meu obrigado
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