no
seio da amada
revela
paixão deslavada
e os dedos tímidos passeia pelas pétalas cuja cadencia de movimentos, suaviza o
ar com aroma adocicado a escorrer úmidos anseios, num devagar quase lento,
desce por entre os seios túrgidos saboreando a aspereza de peles arrepiadas e
contorna o umbigo beijando cada milímetro a textura de sua forma, e num
apreciar maligno continua a descida se arrepiando pela quentura da virilha indo
se afogar na grande gruta coberta pela mata que acolhe em seu seio o que eu
sou: múltiplos pedaços de desejos
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