quinta-feira, 12 de junho de 2025

a flor docemente pousada

 

no seio da amada

revela paixão deslavada


e os dedos tímidos passeia pelas pétalas cuja cadencia de movimentos, suaviza o ar com aroma adocicado a escorrer úmidos anseios, num devagar quase lento, desce por entre os seios túrgidos saboreando a aspereza de peles arrepiadas e contorna o umbigo beijando cada milímetro a textura de sua forma, e num apreciar maligno continua a descida se arrepiando pela quentura da virilha indo se afogar na grande gruta coberta pela mata que acolhe em seu seio o que eu sou: múltiplos pedaços  de desejos

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