Chove. Ao entrar na farmácia, a chuva aumentou. Ainda bem que desistiu de tomar banho antes de sair. Se tivesse feito isso, não teria saído. Pelado no meio do banheiro, antes de abrir o chuveiro, foi que resolveu:
— Tomo banho depois que voltar.
E assim fez. Vestiu-se novamente. Ainda bem que não tomou banho antes de sair, pois havia decidido passar na farmácia para comprar os remédios e conhecer o novo bar inaugurado onde antes funcionava a padaria, perto da igreja. Aliás, já fazia tempo que planejava fazer isso, mas, por motivos que não lhe cabia expressar, só hoje conseguiu pôr em prática — e quase não conseguiu.
Lançando um olhar de cento e oitenta graus, constatou o ambiente: bom, legal, aconchegante, com bom atendimento. O único porém era a música alta — mas, às vezes, diminuía. A caipirinha estava saborosa, o chope, gelado. Gostei. Até porque consegui escrever, ler...
A chuva deu uma trégua. O trânsito não está caótico — intenso, mas fluindo no asfalto molhado. A Festa das Nações está, mais uma vez, enchendo o bolso do padre... Bem, é isso.
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