sexta-feira, 10 de julho de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.457(2020)


        
            Bom dia. Boa noite. Boa madrugada. Não sei, são três horas e seis minutos. O silêncio da madrugada é intenso, pesa nas estruturas do sentimento. Preciso e não tenho vontade em dormir. O dia foi meio péssimo por ter acordado tarde. Meus movimentos mecânicos se estruturavam nas ações invisíveis do movimento do ar. Que merda! Mais uma vez procurando palavras. ..............................................................................................................................
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            Bom dia agora é, são nove horas e quarenta e quatro minutos. Manhã silenciosa. Nenhum movimento. Sons esparsos e longínquos denunciando a vida que não se esmorece. Sequencias mortas de se precipitar em fazer o que se deve e, talvez, o que não se deve. Qual é a de maior urgência? O que não se deve? Pode ser, o não dever tem a mesma atração do proibido. Se quer contar um segredo, mas que não seja o revelador, é só dizer: vou te contar uma coisa, portanto não diga para ninguém. Pronto, atiçou a língua de quem ouviu e o teu falso segredo corre de boca em boca até chegar ao alvo. Ou, não é?
            É isso... ou, não é.

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