Bom dia.
Frio.
Choveu de madrugada. A manhã úmida queima a pele com a temperatura baixa.
Silencio em torno da perspectiva de um dia agradável dentro dessas paredes que
me envolve como monstro me assustando de angústia. Mas venço todas as
tentativas de me apavorar com as armas que possuo. Ora esse escrever, ora as músicas
que ouço em alto e bom som, e outras, o meu desenhar e, além disso, meu
artesanato de vasos de caixas de leite, papelão, garrafas e outros utensílios.
Assim, a cada manhã venço uma batalha, não a luta, mas cada batalha, não posso
vencer a luta, se a vencer embarcarei no trem azul na última viagem.
É
isso... ou, não é?
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