sábado, 15 de agosto de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.474(2020)

 

           Bom dia.

            Frio. Choveu de madrugada. A manhã úmida queima a pele com a temperatura baixa. Silencio em torno da perspectiva de um dia agradável dentro dessas paredes que me envolve como monstro me assustando de angústia. Mas venço todas as tentativas de me apavorar com as armas que possuo. Ora esse escrever, ora as músicas que ouço em alto e bom som, e outras, o meu desenhar e, além disso, meu artesanato de vasos de caixas de leite, papelão, garrafas e outros utensílios. Assim, a cada manhã venço uma batalha, não a luta, mas cada batalha, não posso vencer a luta, se a vencer embarcarei no trem azul na última viagem.

            É isso... ou, não é?

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