segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Diário de um sentir – Caderno número 7.475(2020)

        

            Bom dia.

            Chove. Choveu a madrugada toda.  E pelo jeito vai chover o dia todo. “Chove, mas só chove”.

            Vou passear nas transversais da parede e no canto da sala junto à porta, no boteco da esperança, beberei um brinde a você que ausente não se pronuncia. Beberei o amor ao o que foi e ao que deveria ter sido. E no vislumbre da luz criando sombras, meu corpo na cama fria irá esquentar o teu na tentativa de esquecer o que foi e deveria não ter sido.

            É isso... ou, não é?

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