Bom
dia.
Chove.
Choveu a madrugada toda. E pelo jeito
vai chover o dia todo. “Chove, mas só chove”.
Vou
passear nas transversais da parede e no canto da sala junto à porta, no boteco
da esperança, beberei um brinde a você que ausente não se pronuncia. Beberei o
amor ao o que foi e ao que deveria ter sido. E no vislumbre da luz criando
sombras, meu corpo na cama fria irá esquentar o teu na tentativa de esquecer o
que foi e deveria não ter sido.
É
isso... ou, não é?
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