Prezado
caro amigo cinéfilo
Olá
como vai, meu amigo? Espero que tudo bem. Bom como disse anteriormente, o
segundo motivo em escrever em forma de diário missivista ou, missivista diário,
é que tenciono, claro que minha mente não é das melhores, descobrir quando tive
pela primeira vez contato com a telona, isto é, quando ou que idade, o que é
difícil, vi meu primeiro filme. Evidente que será divagações do que
provavelmente poderia ter sido. Assim como, não tenho noção do porquê ou o que
me fez me conectar com você. Posso afirmar ao ler uma crítica sua sobre algum
filme que eu tenha assistido e, por outro lado, ter-me deslumbrado com sua
idade e inteligência. Além da minha admiração, fiquei com ciúme ou inveja, pois
na sua idade morando no interior, apesar de ler muito, não tinha ambição
literariamente falando na espera de algo que pudesse mudar minha vida.
Infelizmente, como nada fiz em relação a isso, minha vida continuou na rotina
de sempre e nada me aconteceu. E o que me vem à mente são pequenos flashes do
que poderia ser, portanto não se pode confiar plenamente no que direi, não é?
Há pessoas que lembram de acontecimentos ocorridos em pequena idade, aos três,
quatro ou mesmo cinco anos, infelizmente não tive esse dom. Também não sei se você
lembra quando teve contato pela primeira vez com a telona. Minha infância,
pré-adolescência e adolescência foi no interior onde tínhamos como laser o
cinema. E pelo que me lembro desde tenra idade, talvez, aos sete anos ia
sozinho ou com meus primos aos sábados à noite onde assistíamos dois filmes que
seriam reprisados aos domingos à tarde na matiné, e aos domingos à noite, isso
quando não era proibido para maiores de dezoito anos. Vou parando por aqui para
que está não fique longa e possamos termos assuntos para as futuras, não é
mesmo?
Abraço
desse amigo cinéfilo.
É
isso... ou, não é?
Nenhum comentário:
Postar um comentário