Manhã de
dois de janeiro de dois mil e vinte e um
Manhã que
guarda os blas blas corriqueiros de fim de ano
Manhã do
segundo dia do ano que inicia na esperança mórbida
De sermos
o que somos apenas ser nesse mundo falido
E vamos
caminhar os caminhos das nossas vidas
E vamos
dar continuidade ao ciclo da vida
Ora com
alegria ora com tristeza ou com apatia
Parados
não podemos ficar
Disse o
poeta medíocre um dia:
--- Quem
para é por que morreu e não sabe
Vamos
seguir adiante aprendendo nossa lição
Covardemente
na gloria dos aflitos e esquecidos
Sequemos
as lágrimas das adversidades
E
abracemos os infelizes os podres mal vividos
E
sorrimos alegria disfarçada no champanhe envelhecido
E
cantemos salmos odes mantras e outras vulgaridades
Para
entrarmos em contacto com divino e quem sabe um dia
Divino
seremos para o conforto dos necessitados
Oremos...
É isso...
ou, não?
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