Manhã de três
de janeiro de dois mil e vinte e um
Oremos
palavras de fé e humildade nesta manhã
Oremos
nossas aflições e angústias mal resolvidas
Oremos
nossos movimentos onde o destino será a morte
Oremos
nossos olhares aflito ao alto na esperança
De que o
invisível nos venha acolher em seus braços
Oremos
nossas mãos calejadas ou não acalentando
Os
acalentados de precisão de calor e carinho
Oremos
nossas bocas murchas por beijos destruídos
De paixão
e amor avidas de ouvir a benção de todos
Oremos
nossos pés cansados pelos caminhos da vida
Cuja
busca não se cansa nunca de procurar o amor
Oremos
nossos joelhos machucados nas pedras
Onde
oramos aos santos e deuses nossa rendição
Oremos
apenas por orarmos na cantilena de todos os dias
Amem.
É isso...
ou, não é
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