Então,
temperatura baixa, um frio chato com um vento desagradável nessa terça porreta.
Voltarei a ler... bem pelos tentarei e o primeiro livro que estou lendo nessa
minha volta a leitura é nada mais nada menos que: On the Road, de Jack Kerouc
elevado ao estrelado beat coisa que nunca foi. No entanto esse livro fez a
cabeça de muita gente pelo mundo todo a pegar a mochila e sem destino sair
pelas estradas da vida. Talvez, tenha feito essas andanças em que escreve no
livro, uma andança sem destino, conhecendo pessoas estranhas e desconhecendo o
seu próprio destino, onde faz amizade e perde amizade como se perde um objeto
qualquer. Ganhei esse exemplar em 1984, portanto a trinta e sete atrás e vou
guardá-lo como lembrança dos amigos da Liquigás que me deram no aniversário,
uma época estupenda, saudosa que deixou coisas boas. As assinaturas: Rose,
Albina, Lourdes, José Claudio, Rosana, Coimbra, Álvaro, Castilho, Carlão e
Sergio, obrigado pessoal por cruzarem meu caminho, grato a todos.
E
pensei: Porque não fazer a minha andança, sim minha andança, mas dentro da
cidade, pegar um ônibus aleatoriamente e ir até o seu final, dar umas passeadas
pelo local, talvez tomar uma cerveja num boteco e voltar, e escrever essa
experiência. Vou matutar nesse projeto, claro que agora é preciso cuidado por
causa dessa merda da pandemia, mas vamos pensar.
É
isso... ou, não é?
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