sexta-feira, 30 de abril de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 8.667(2021)

          

            Então, temperatura baixa, um frio chato com um vento desagradável nessa terça porreta. Voltarei a ler... bem pelos tentarei e o primeiro livro que estou lendo nessa minha volta a leitura é nada mais nada menos que: On the Road, de Jack Kerouc elevado ao estrelado beat coisa que nunca foi. No entanto esse livro fez a cabeça de muita gente pelo mundo todo a pegar a mochila e sem destino sair pelas estradas da vida. Talvez, tenha feito essas andanças em que escreve no livro, uma andança sem destino, conhecendo pessoas estranhas e desconhecendo o seu próprio destino, onde faz amizade e perde amizade como se perde um objeto qualquer. Ganhei esse exemplar em 1984, portanto a trinta e sete atrás e vou guardá-lo como lembrança dos amigos da Liquigás que me deram no aniversário, uma época estupenda, saudosa que deixou coisas boas. As assinaturas: Rose, Albina, Lourdes, José Claudio, Rosana, Coimbra, Álvaro, Castilho, Carlão e Sergio, obrigado pessoal por cruzarem meu caminho, grato a todos.

            E pensei: Porque não fazer a minha andança, sim minha andança, mas dentro da cidade, pegar um ônibus aleatoriamente e ir até o seu final, dar umas passeadas pelo local, talvez tomar uma cerveja num boteco e voltar, e escrever essa experiência. Vou matutar nesse projeto, claro que agora é preciso cuidado por causa dessa merda da pandemia, mas vamos pensar.

            É isso... ou, não é?

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