Então
como uma batida pulsante de melodia dos anos setenta a palavra surgiu a sua
frente ameaçadora. Se assustou, evidentemente, não pela ameaça, e sim, por
estar distraído e, dessa maneira luminosa apareceu no meio da tela:
THE
END
Compreendeu que não era uma coisa temerosa, e
não poderia chegar a uma conclusão certa, além do que, nunca tinha certeza
alguma, ficava sempre indeciso. E nesse momento não era diferente. Tinha que
decidir, ou melhor, precisava ser decidido, não cair na tentação da fuga. Apesar
da fraqueza que achava lhe travar, algumas vezes as decisões, tomou folego,
fechou o word, desligou o notebook e se dirigiu ao quarto, sem antes passar na
cozinha e tomar um bom gole de água. Roberto dormia profundamente, sem fazer
movimentos rápido, se despiu e deitou-se ao seu lado. Minutos depois dormia
profundamente.
Ao
acordar no dia seguinte num longo e gostoso espreguiçar, entrou no banheiro,
tomou um delicioso banho e desceu as escadas. Sua mãe tinha preparado um bom
café, ao qual, tomou saboreando-o enquanto o sol da manhã penetrava pela porta
da cozinha e vinha lamber a ponta do seu sapato. Vinte minutos depois,
despediu-se da mãe e saiu para mais um dia de beleza e magia, como dizia
sempre.
É
isso... ou, não é?
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