quinta-feira, 8 de abril de 2021

Diário de um sentir – Caderno número 8.656(2021)

                    

            Então como uma batida pulsante de melodia dos anos setenta a palavra surgiu a sua frente ameaçadora. Se assustou, evidentemente, não pela ameaça, e sim, por estar distraído e, dessa maneira luminosa apareceu no meio da tela:

                                    THE END

 

Compreendeu que não era uma coisa temerosa, e não poderia chegar a uma conclusão certa, além do que, nunca tinha certeza alguma, ficava sempre indeciso. E nesse momento não era diferente. Tinha que decidir, ou melhor, precisava ser decidido, não cair na tentação da fuga. Apesar da fraqueza que achava lhe travar, algumas vezes as decisões, tomou folego, fechou o word, desligou o notebook e se dirigiu ao quarto, sem antes passar na cozinha e tomar um bom gole de água. Roberto dormia profundamente, sem fazer movimentos rápido, se despiu e deitou-se ao seu lado. Minutos depois dormia profundamente.

            Ao acordar no dia seguinte num longo e gostoso espreguiçar, entrou no banheiro, tomou um delicioso banho e desceu as escadas. Sua mãe tinha preparado um bom café, ao qual, tomou saboreando-o enquanto o sol da manhã penetrava pela porta da cozinha e vinha lamber a ponta do seu sapato. Vinte minutos depois, despediu-se da mãe e saiu para mais um dia de beleza e magia, como dizia sempre.

 

            É isso... ou, não é?

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Vazia.

                                            Vazia. A minha mente está vazia.Vazia.Vazia.Tanta coisa as quais posso escrever e nada me vem à ...