“Eu aprendi que existem
pessoas que amam afetuosamente e que há também as que não sabem demonstrar
isso...”.
Dia vinte e um, quarta-feira,
dia de feijoada, dia de palestra com Nuno Cobra que discorreu sobre a saúde por
mais de uma hora sem parar, só no gogó, na voz, sem usar slide ou fotos.
Dia vinte e um, quarta-feira, depois do almoço, depois de uma feijoada a
inspiração se evapora por entre afazeres molemente digeridos no almoço.
Dia vinte e um, quarta-feira,
sempre digo: quando venho trabalhar, venho passear. Levanto mais cedo, sem
pressa, apreciando os movimentos, sem me preocupar com o metrô cheio ou não,
observando as pessoas com os ridículos de suas ações estampados nos rostos.
Dia vinte e um, quarta-feira,
nunca me preocupei se ainda falta não sei quantos dias para chegar o fim de
semana. Segunda para mim é uma segunda e vou curtir o dia como segunda que ela
é, e não um empecilho pensando ansiosamente para que o fim de semana chegue
logo. Se não curtirmos o momento presente não estaremos vivendo, estaremos
vegetando num viver antecipado.
Dia vinte e um, quarta-feira,
poderia dizer muitas coisas, mas que não consigo transformar o dizer em
palavras que possa dar a ideia do que penso e sinto no momento. Portanto, paro
o meu escrever neste ponto.
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