Hoje mesmo, foi um dia desses. Quando passei a chave no portão à perna já estava doendo. Peguei o micro ônibus e fiquei por um bom tempo em pé. Na subida para a Penha, no terminal, vagou um banco e pude sentar. Mesmo assim, a perna continuou doendo.
Na plataforma da estação do metrô Penha, precisei sentar novamente. Esperei uns dois metrôs. Sentindo-me melhor peguei um meio lotado, mesmo assim, a perna doía.
Na estação Sé, pude sentar naqueles confortáveis bancos cinza. No Paraíso também sentei no deslumbrante banco cinza.
Descendo na Consolação, a perna não doía, mas assim que atravessei a rua Augusta, começou a doer.
E entre a Augusta até a Frei Caneca, precisei sentar na beirada dos canteiros, umas duas vezes.
Cheguei no prédio vendo estrelas em plena manhã de sol. Subi o elevador e desci no meu andar, sentando a minha mesa, pude esticar a perna até que a dor passasse lentamente.
Portanto, acho que vou fazer um teste pegando o fretado de manhã.
Deixarei a movimentação do metrô, o qual me deu muita inspiração para escrever os meus bons dias, para a chatice de nada acontecer no fretado.
Pensei também em parar de trabalhar, aposentado, mas e aí? Como farei? Vou ter que enfrentar as filas enormes dos SUS da vida?
Se pudesse ter o convênio vitalício, claro não pensaria duas vezes, mas como não tenho, vou continuar trabalhando.
Vamos ver.
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