segunda-feira, 12 de agosto de 2024

quando houver o nada

 quando houver o nada

cantando a voz soltarei

em brado e vigoroso cantar

despojando-me do meu

corpo a dor atroz

 

não deixarei o nada

residir por muito tempo

no templo do meu ser

 

pois despojado e nu

depositarei o que sou

recolhendo-me no que fui

e mostrando-me o que serei

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