quando houver o nada
cantando a voz soltarei
em brado e vigoroso cantar
despojando-me do meu
corpo a dor atroz
não deixarei o nada
residir por muito tempo
no templo do meu ser
pois despojado e nu
depositarei o que sou
recolhendo-me no que fui
e mostrando-me o que serei
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